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Epidemias

Epidemias

Histórias reais de homens e mulheres que pesquisam epidemias fatais no mundo todo.

Em 1963 um marinheiro levou a varíola para Estocolmo, Suécia. Depois de 122 dias de epidemia, com 27 casos, quatro mortes e a cidade paralisada, a situação finalmente melhorou. Hoje, em dois freezers de segurança máxima, um na Rússia e outro nos Estados Unidos, estão guardadas amostras do vírus letal, que se supõe não existir mais. Se o vírus fosse liberado, em seis semanas poderia se espalhar pelo mundo todo e provocar mais mortes do que uma bomba atômica. Esta doença fatal pode ser mantida sob controle?

Epidemias se baseia em histórias reais sobre como a varíola, as doenças causadas pela bactéria E. Coli e pelos vírus Machupo e Nipah, a doença dos legionários e a SARS (Síndrome Respiratória Aguda Severa) afetaram cidades e pessoas ao redor do mundo. Estes seis episódios da série mostram como equipes de pesquisadores salvaram vidas e evitaram que epidemias se tornassem mundiais. Aborda também a história de pessoas inocentes que morreram com as doenças e das que sobreviveram para contar a história.

Nos últimos 30 anos, pelo menos 30 novas doenças foram identificadas, enquanto outras antigas ressurgem todos os anos. Existe alguma maneira de escapar desses miniassassinos? A partir de imagens em computadores, relatos pessoais de vítimas, médicos e cientistas, e notícias, algumas das epidemias fatais no mundo são mostradas nos mínimos detalhes.

(Retirado do site da NGCBrasil)

Veja no site trechos dos vídeos em inglês.

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